
A paralisia facial afeta os músculos que controlam o fechamento e o movimento das pálpebras, comprometendo a proteção natural do olho. O acompanhamento oftalmológico é essencial para evitar lesões graves na córnea.
A paralisia facial (como a paralisia de Bell, ou por causas neurológicas, tumorais ou traumáticas) enfraquece o músculo orbicular, responsável por fechar completamente os olhos. Isso resulta em lagoftalmo — a incapacidade de fechar totalmente a pálpebra — deixando a córnea exposta e vulnerável ao ressecamento, principalmente durante o sono.
O tratamento inicial foca na proteção da córnea: lubrificantes oculares intensivos, pomadas noturnas e, em alguns casos, oclusão temporária do olho durante o sono. Quando o fechamento palpebral permanece comprometido, procedimentos cirúrgicos — como a inserção de peso na pálpebra superior ou o reposicionamento do canto lateral — ajudam a restaurar a proteção ocular adequada.
A avaliação oftalmológica precoce em casos de paralisia facial previne complicações sérias e irreversíveis na córnea.
A Dra. Marina Conti é especialista em oculoplástica, formada e com fellowship pela UNIFESP, com experiência no manejo das complicações oculares da paralisia facial e na proteção da saúde da córnea.
Da funcionalidade à estética: tratamentos especializados em oculoplástica para devolver bem-estar, conforto visual e autoestima. Cada procedimento é realizado com tecnologia de ponta e atenção dedicada às suas necessidades.